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Blast Pro Series CSGo
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O FUTURO DA BLAST PRO SERIES

O que um dos maiores campeonatos de CSGO promete a longo prazo

A Blast Pro Series é um dos maiores torneios de alto nível do CS:GO atualmente. Com início em 2017, o campeonato viaja pelo mundo apresentando o esporte eletrônico em lugares onde esse cenário ainda está em desenvolvimento. O torneio conta com seis edições já realizadas, outras duas já confirmadas, e mais três ainda sem local definido.

Sobre o futuro da competição o vice-presidente de Desenvolvimento Comercial e Parcerias da RFRSH Enterainment, Jordi Roig, cedeu uma entrevista ao portal HLTV acerca de alguns tópicos relevantes sobre o futuro deste evento. A RFSH é a organização por trás da Blast e Astralis.

Blast Pro Series

Blast Pro Series Lisboa Premiação Astralis

Foto por: Blast Pro Series

 A organização dinamarquesa RFRSH Entertainment, foi fundada em 2016 e, no ano seguinte, iniciou sua jornada de campeonatos. Em 2017 realizaram a primeira Blast Pro Series Copenhagen 2017, que teve a brasileira SK Gaming (atual MiBR) como campeã em cima da Astralis.

Sempre seguindo o mesmo formato a Blast prosseguiu, e realizou na sequência a Blast Pro Series Istanbul 2018, com vitória da Astralis, Blast Pro Series Copenhagen 2018, com vitória na Na’Vi, Blast Pro Series Lisboa 2018 e São Paulo 2019 com vitórias da Astralis, e Miami com título da FaZe Clan. Madrid e Los Angeles são as edições para 2019 já confirmadas.

BLAST NO BRASIL E CIRCUITO FECHADO

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Foto por: Blast Pro Series

A cada edição o evento convida apenas cinco, das dez melhores equipes do mundo no momento, sem classificatórias regionais ou possibilidade de times participarem de outra forma. Dentre as convidadas, a MiBR, pode presenciar o campeonato em sua terra natal em março deste ano, na Blast Pro Series São Paulo, evento em que a torcida local foi amplamente elogiada até mesmo por equipes adversárias dos brasileiros.

 

O VP da organização não descartou a possibilidade de um circuito mais aberto no futuro, com qualificatórias regionais. “Estamos usando 2019 para ver como podemos usar esses qualificatórios para criar conteúdo onde quer que realizemos eventos. No Brasil, por exemplo, já estamos falando sobre como faremos isso em 2020. Temos um ano inteiro para estabelecê-lo, e é um país com um gigantesco banco de talentos e queremos dar a eles uma oportunidade” - afirma Jordi

 

QUANTIDADE DE EVENTOS

 

Em 2019 a Blast Pro Series já realizou dois campeonatos, em São Paulo e Miami, e possui mais cinco edições previstas no calendário, totalizando sete torneios apenas este ano. Apesar do grande número torneios da RFRSH, Jordi acredita que a temporada não deve afetar a agenda dos grandes times - “Nós temos sete torneios, todos os times jogam cinco. Um torneio é de sexta para sábado. Existem 52 semanas no ano. Nós não ocupamos muito espaço, nós não temos ligas online ou duas semanas de competição. Se você contar os dias, nós realmente não ocupamos muito tempo. Os times estão felizes por jogar cinco de sete torneios, porque isso lhes dá alguma liberdade para relaxar ou ir a outros eventos.

 

 

FEITO PARA O PÚBLICO

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Foto por Blast Pro Series

A Blast é um evento muito conhecido por ser ótimo para os espectadores, mas não tão agradável para as equipes. No ponto de vista dos espectadores é muito agradável ver todos os times se enfrentando em uma situação “tudo ou nada”. Diferente do que acontece em outros campeonatos que ocasionalmente equipes acabam não se enfrentando por estarem em chaveamentos diferentes, ou serem eliminadas em fases distintas. Para o ponto de vista dos atletas, o formato escolhido e aplicado pela Blast é altamente punitivo, já que os jogadores presentes não possuem muita chance de recuperação.

 

De acordo com o vice-presidente a Blast continuará com este formato, e manterá a quantidade de dias. “Você tem que considerar que o produto tem que ser bom para os fans, e também, para o público que não consome muitas horas de CS. O que nós estamos tentando fazer é um formato que os torcedores poderão aproveitar o torneio, e é para aqueles que estão acostumados a assistir eSports e os que não estão. O evento em Copenhagen é um bom exemplo, você vê famílias lá, mães, pessoas jovens, um grande mix, e todo muito entretido com o evento.”

 

“O que nós estamos fazendo é atrair novos espectadores, e é isso que a indústria precisa para justificar os investimentos que estão sendo feitos, como salários, torneios, etc.”

 

PARTICIPANTES

 

Na temporada de 2019 a Blast conta com sete equipes. Dentre elas a Cloud9, Team Liquid, FaZe Clan, Astralis, MiBR, NiP e Na’Vi. Cada equipe pontua na tabela geral de acordo com seu resultado em cada torneio. A Team Liquid por exemplo, foi finalista nas duas primeiras edições do ano, São Paulo e Miami, e por isso está no topo do ranking com 16 pontos, seguido pela Astralis, com 12. Os quatro melhores times na pontuação participarão da BLAST Pro Series: Global Final 2019, campeonato que acontece em dezembro de 2019 com chaveamento de semifinais e US$ 500 mil em premiação.

 

 

 

1. Team Liquid - 16

2. Astralis - 12

3. FaZe Clan - 12

4. MIBR - 6

5. Natus Vincere - 4

6. Ninjas in Pyjamas - 4

7. Cloud9 - 0

 

A organização finlandesa ENCE eSports, que participou do campeonato feito no Brasil, não se encontra entre as equipes que disputarão o Global Final. Segundo o representante da RFRSH um dos objetivos daquela ocasião foi realizar um campeonato com os times que se destacaram no IEM Katowice Major 2019. No campeonato da Valve a ENCE foi finalista, perdendo para a Astralis na decisão final.

 

Para completar a entrevista Jordi ressaltou o completo foco que a Blast tem no público - “A importância nunca está no palco ou no campo, o que importa é o que está acontecendo dentro dos corações dos espectadores e as emoções que você pode criar”

 

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