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Laura Velée, Candice, Jeesun Park e Eefje Depoortere no Worlds 2019

Imagem de: Reprodução

LoL

MULHERES QUE TRABALHAM COM LOL FORA DO BRASIL

Elas são de arrasar! Confira as mulheres que trabalham com League Of Legends e são destaque fora do Brasil

A comunidade de League of Legends no Brasil está familiarizada com as figuras femininas que trabalham diretamente com o MOBA, seja streamers, repórteres, narradoras, comentaristas e pro players. Fora essas figuras, a Riot Games está presente em nosso país, contratando mulheres para diversas áreas internas, como desenvolvedoras, publicitárias, gestoras de marketing e comunicação, entre outras áreas. 

Mas não é só no Brasil que a presença feminina é observada, na verdade, é nosso cenário que precisa ainda aprender com outras ligas e países. O Worlds 2019 é uma ótima forma de observar a existência dessas outras profissionais, e aproveitar para conhecer o quão importante são para representar todo um grupo que está presente na comunidade desde o início de tudo.

É claro que citar todas as profissionais é impossível, pois há mulheres que trabalham com League of Legends, mas estão totalmente nos bastidores. Mesmo assim há ótimos exemplos para o cenário brasileiro se inspirar e dar mais oportunidade para as mulheres do país. 

O cenário gamer para as mulheres ainda é bastante nocivo e machista, inclusive se pensarmos do ponto de vista corporativo. Os festivais e ligas femininas são bem separadas do CBLOL e das principais ligas competitivas. Recentemente houve o Girl Gamer Festival na cidade de São Paulo, que reuniu campeonatos de diferentes eSports, como CS:GO, Rainbow Six Siege, Dota e League of Legends

A diferença de divulgação, patrocínio e propaganda é desproporcional quando falamos das ligas masculinas, o que acaba desequilibrando demais a balança na hora de analisar as oportunidades dadas aos homens e mulheres. Por isso, nada mais justo do que lembrarmos de figuras importantes que estão muito presentes no cenário de LoL e possuem repercussão internacional. 

Do Oriente ao Ocidente

As ligas que possuem outra língua nativa, como a da Turquia, China e Coreia, por exemplo, podem parecer mais distantes da gente, mas ainda assim a Riot divulga as transmissões de todas elas. A Coreia e a China possuem transmissões em inglês, caso o povo ocidental queira ver tudo que está acontecendo, então mesmo nós brasileiros podemos ter uma adaptação muito mais próxima para gente. 

Nesse cenário acessível a todos, conseguimos conhecer as profissionais mulheres de todas essas ligas. Na LCK e na LPL por exemplo, há tradutoras e intérpretes representando muito bem a comunidade de League of Legends. Portanto, o texto não vai se basear apenas nas figuras europeias e das américas, mas também em diversas partes do mundo e de etnias diferentes. 

Ovilee May

Repórter da LCS (League of Legends Championship Series), Ovilee May é um ícone da comunidade de League of Legends, entrevistando diferentes pro players e sempre muito ativa na criação de conteúdo do MOBA. Trabalha sempre com muito ânimo e é conhecida pelos memes e empolgação a todo instante. 

Ovilee May-créditos: Sandra Chen
Créditos: Sandra Chen

Laure Valée

Jornalista freelancer e repórter da LEC (League of Legends European Championship), Laure Valée é francesa e trabalha criando conteúdo de League of Legends de diversas formas. Cobre a liga europeia, mas também está presente no Worlds, entrevistando os pro players europeus. Faz parte de canais franceses, trazendo conteúdos exclusivamente franceses. 

É conhecida pela rigidez nas perguntas e seriedade em seu trabalho, trazendo ótimos debates para a comunidade. Ainda é fã de One Piece inveterada. 


Créditos: Divulgação

Yuli

Profissional da própria Riot Games, Yuli trabalha como uma espécie de juiz/árbitro dos jogos da LEC, mas também esteve no Worlds 2019, organizando os preparativos para as equipes se enfrentarem e se certificando que está tudo nos conformes antes e durante as partidas. 

Se vocês analisarem algumas transmissões dos times europeus, verá que Yuli fica sempre atrás dos assentos das equipes, observando tudo que acontece e ajudando em casos de necessidade. As pausas que ocorrem nas partidas, por exemplo, podem ser por problemas técnicos ou mesmo específicos das equipes, e ela é a figura importante que ajuda nesses momentos. 

É poliglota, falando inglês, alemão, russo, coreano e japonês, por isso está sempre presente em eventos internacionais, realizando entrevistas e conhecendo profissionais de diferentes locais do mundo. 


Créditos: Divulgação

Eefje Depoortere

Apresentadora e entrevistadora da LEC, Eefje Depoortere é uma das únicas mulheres do cenário que faz a frente para comentar e iniciar as transmissões da liga europeia. Em níveis brasileiros, ela seria uma espécie de Dócil ou Tixinha, porém com mais estrutura de trabalho. 

É apelidada carinhosamente de Sjokz no cenário e começou sua carreira na SK Gaming. Belga, se formou em história, mas seguiu carreira do jornalismo esportivo, esbarrando no eSports por amar videogame desde pequena. É a maior referência para mulheres que querem seguir carreira na área. 


Créditos: Divulgação

Froskurinn

Também profissional da LEC, apesar de ser conhecida como Froskurinn, seu nome é Indiana Juniper Black, e nasceu nos Estados Unidos. Hoje ela é uma das principais comentaristas do cenário de League of Legends e é simplesmente um monstro de conhecimento técnico. 

Começou sua carreira na LPL, fazendo programas sobre LoL, mas também já foi treinadora profissional de alguns times chineses. Em 2015 ela saiu da função de treinadora e desde então se dedica à comentar os jogos, times, bastidores e tudo que interessa o gamer. Além disso, faz parte da comunidade LGBT, com muito apoio às causas. 


Créditos: Divulgação

Jessun Park

Saindo um pouco da LEC e indo para a LCK (League of Legends Champions Korea), Jeesun Park passou a trabalhar com League of Legends em 2017, como tradutora e intérprete simultânea dos jogos da LCK. Como o coreano não é uma língua universal, a Riot Games passou a trabalhar com transmissões em inglês, além do idioma nativo, pois os campeonatos asiáticos são muito fortes no cenário do MOBA

Assim, se você quiser assistir às transmissões da LCK, você não precisa acessar o canal oficial coreano, e sim o internacional, que transmite os campeonatos da LCS, LEC, LPL e LCK em um único canal. Jeesun é coreana, com fluência em inglês e estudando o alemão. Sim, esteve no Worlds de 2018 e também está no desse ano. 


Créditos: Divulgação

Yu Shuang Candice

Uma das profissionais mais conhecidas do meio internacional é a repórter, apresentadora e jornalista da LPL da Riot Games, Yu Shuang Candice, chinesa nativa e com fluência em inglês. A China é a região com mais jogadores de League of Legends e é o carro chefe da Riot Games, que investe muita coisa no país. Com isso, Candice é um modelo a ser seguido não apenas em seu país mas no mundo todo.

Assim como todas as outras profissionais, mas talvez com mais ênfase, Candice não cansa de elogiar e admirar as outras mulheres que trabalham no cenário, então em sua conta no Twitter dá pra ver ela sempre conversando e trocando posts com a Laure Valée, Sjokz e até a Jeesun Park


Créditos: Yung Liu

Ashley Kang

Jornalista da ESPN Esports dos EUA, Ashley Kang cobre todas as informações referentes à eSports, com mais foco em League of Legends e a LCK, por ser fluente em coreano, trazendo informações para o lado ocidental da comunidade do jogo. Esse ano foi indicada para o Esports Awards de melhor jornalista de eSports de 2019. 

Se criação de conteúdo é o que você quer, vai ter e muito com a Ashley Kang


Créditos: Alexandre Weber

Emily Rand

Na mesma pegada da Ashley Kang, Emily Rand é jornalista independente, trabalhando para  ESPN Esports, Yahoo Esports e theScore esports, cobrindo muita coisa de League of Legends e sendo apaixonada pela LCK e os pro players coreanos. 

É bem mais reservada do que as outras representações femininas, mas é tão profissional quanto. Obs: infelizmente não há nenhuma foto dela em boa qualidade, pois ela é uma jornalista dos bastidores, não repórter.

PalomaBarreto

Paloma Barreto

Admiro de coração todas essas mulheres. 

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