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ESPORTS – DA ORIGEM AO FENÔMENO

Imagem de: Reprodução

ESPORTS – DA ORIGEM AO FENÔMENO

Entenda como os “joguinhos” passaram de motivo de piada a uma indústria bilionária

Os esportes eletrônicos atingem marcas impressionantes a cada ano. Há muito tempo, jogar vídeo game deixou de ser apenas uma brincadeira para se tornar uma profissão. Hoje, apesar de ainda estarem em desenvolvimento, os eSports têm uma magnitude tão grande quanto a de alguns esportes tradicionais.

 

Este cenário vai muito além de jogadores e competições. E agora você vai entender o que é e como essa indústria movimenta milhões de dólares por ano.

 

O INICIO DOS JOGOS ONLINE

 

O primeiro passo para o surgimento dos eSports foi na década 70, quando a Universidade de Stanford realizou o Intergalactic Spacewar! Olympics. Na época, o prêmio era um ano de assinatura da revista Rolling Stone.

 

Anos depois, em 1988, um jogo chamado Netrek abriu o caminho para os jogos online. Era um game de 16 jogadores que jogavam uns contra os outros no espaço. No início dos anos 90, com a expansão da internet, mais pessoas começaram a jogá-lo e, em 1993, a revista Wired o classificou como primeiro jogo de esportes online.

 

A partir de então, surgiu o verdadeiro campeonato de esporte eletrônico. O Red Annihilation de Quake, em 1997, contou com mais de dois mil participantes na fase qualificatória online. Os 16 melhores dessa fase disputaram a etapa final na E3, em que Dennis 'Thresh' Fong foi o grande campeão. Ele faturou uma Ferrari 328 GTS que pertencia ao desenvolvedor de Quake, John Carmack.

Depois do sucesso de Thresh, a ideia da profissionalização começou a se espalhar. Com os novos jogadores, tudo que faltava eram campeonatos maiores. Em 2000, a World Cyber Games e a Electronic Sports League (ESL) foram as primeiras organizadoras de campeonatos a investir no setor, e logo chegou o Major League Gaming, em 2002.

 

CENÁRIO ATUAL

 

Hoje, os jogadores são considerados verdadeiros atletas. Com rotina de treinos, centros de treinamento, psicólogos, equipamentos profissionais, salário e tudo o que eles têm direito. Os campeonatos deixaram de acontecer em LAN houses e foram para estádios de futebol lotados, com diversas equipes brigando pelo mais alto nível de jogo.

 

Outros profissionais da área que surgiram com o passar dos anos. Hoje existem analistas, managers, narradores, comentaristas, apresentadores, técnicos, organizador de torneios, jornalistas e designers.

Os eSports e suas modalidades

 

Hoje, uma das modalidades mais estruturadas e avançadas é o League of Legends, da Riot Games. O game chegou à marca de 57 milhões de espectadores em 2013, superando a audiência da NBA e do Beisebol nos EUA.

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O jogo de maior premiação atualmente é o Dota 2, da Valve. Com um campeonato mundial por ano, o The International, premia em cerca de 24 milhões de dólares, sendo aproximadamente 16 milhões apenas para o campeão.

 

Já o game com maior número de campeonatos no ano é o Counter Strike Global Ofensive, também da Valve. Este já possuía campeonatos desde sua versão anterior, o Counter Strike 1.6, muito famoso pelas LAN houses.

 

Outras modalidades conhecidas e ainda em desenvolvimento são: StarCraft II, Rainbow Six Siege, Hearthstone, Overwatch, PUBG, Point Blank, Crossfire, FIFA, Pro Evolution Soccer, Paladins, Zula, Smite, Fortnite, Formula 1, Street Fighter, Injustice, Mario Kart e mais. Estima-se que até 2020 este mercado chegue a movimentar 1,5 bilhões de dólares.

 

JOGADORES E EQUIPES

 

Começando pelo CSGO, onde o Brasil se destaca, temos o Marcelo “Coldzera” David. O jogador ganhou o título de melhor do mundo pelo site hltv.org por dois anos seguidos (2016 e 2017), além do prêmio de melhor jogador de eSports pelo The Game Awards e melhor jogador de Counter Strike do Brasil pelo Prêmio eSports Brasil do eSporTV. O jogador tem contrato com a Made In Brazil e um valor estimado de 2 milhões de dólares. Como se isso já não fosse o suficiente, o atleta ainda conta com uma série de títulos que conquistou junto de Gabriel “Fallen” Toledo, Fernando “fer” Alvarenga e Epitácio “TACO” de Melo. Estes ainda estão na lista dos 10 jogadores que mais lucraram com o jogo, chegando a cerca de 700 mil dólares cada um.

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No League of Legends, o destaque fica com Lee “Faker” Sang-hyeok. Considerado uma lenda do LOL, o jogador ainda conta com 12 títulos em seu histórico. Ele também já ganhou como melhor jogador de eSports.

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Um dos esportes mais recentes é o Rainbow Six Siege, que está há apenas três anos no cenário competitivo e já conta com cerca de 35 milhões de jogadores. Apesar do brasileiro André "nesk" Oliveira, da Team Liquid, ser um dos melhores jogadores do mundo, o destaque mesmo vai para Niclas "Pengu" Mouritzen da G2 Esports. O dinamarquês já conta com sete títulos, incluindo o Major de 2018 disputado somente com os melhores times do mundo.

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